Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam.
De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.
“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.
Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.
Internet e Educação
“A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”
“A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.
WEBLIOGRAFIA:
http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria
POSTADO POR ANDRÉIA FONSECA COSTA
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Tv Digital
TV Digital via satélite no Brasil
Com uma antena parabólica e um receptor de satélite que receba sinal digital em banda C e apontando a antena para o satélite Brasilsat B3 os canais disponíveis são: RedeTV!, MTV, Rede Super, TV Gazeta, SBT, Band, Rede 21, MixTV, TV Cultura, TV Mundial, CineBrasil, SescTV, TV Educativa, TV Sul Bahia, TV MIX Limeira, Record, Rede Familia, CNT, TV Shop Tour, TV Ra-Tim-Bum, Rede Globo, entre outros canais. A qualidade da imagem é digital (igual da TV a cabo), porém algumas emissoras ( Globo, SBT, Record, MTV, Band e RedeTV! ) já exibem alguns programas em HD ( alta definição ). Operadoras de TV por Internet- Terrestre - Transmitido por ondas de radiofrequência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo econômico é o mais baixo, não há necessidade de pagar assinaturas bastando às grandes emissoras de televisão no país e suas retransmissoras efectuarem as devidas adaptações, exigindo também da parte dos consumidores, a aquisição de novos receptores. No Brasil, algumas companhias de televisão por assinatura já transmitem a sua programação usando um sistema semelhante denominado MMDS. Em Portugal, a televisão digital terrestre foi inaugurada em 29 de abril de 2009, adotando, como no resto da Europa, o sistema DVB-T (Digital Video Broadcasting - Terrestrial).
- Satélite - Já em uso no Brasil desde 1996 através das TVs por assinatura de banda Ku (SKY, Tecsat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais a antenas parabólicas específicas, denominado de banda C digital sem custos financeiros para a recepção.
- Cabo - Utiliza redes de cabo convencionais CATV para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo.
Alguns canais, dependendo do interesse da operadora podem ser transmitidos diretamente no cabo sem a codificação analógica, como é o caso da recepção dos canais locais da cidade em que a operadora de TV a cabo se situa, os chamados canais Off Air, porém passam pelo processo de recepção, filtragem amplificação, modulação e transmissão.
Em resumo, para os canais recebidos via satélite, eles são convertidos de sinais digitais (DVB-S), para sinais analógicos e depois transmitidos no cabo.
Tipos de televisor
- Televisor Analógico - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões analógicas, mas não recebe transmissões digitais, necessitando, para isso, de um conversor digital (Set-Top-Box).
- Televisor Digital - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões digitais sem necessidade de um conversor digital. Também pode receber transmissões analógicas.
- Televisor HD Ready - Possui sintonizador analógico, mas é capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Com um conversor digital ISDB-Tb, poderá exibir imagens de alta definição transmitidas pelas emissoras de TV Digital no Brasil.
- Televisor HDTV - (High Definition TV ou TV de alta definição) Capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Os modelos cuja definição nativa é de 1080 linhas, se possuírem a função progressive scan, podendo exibir imagens com 1080 linhas de definição horizontal progressiva (1080p), são conhecidos como Full HD. Quando utilizados em fontes de sinal 1080i (ex: transmissões em HD) ou 1080p (ex: DVD de alta definição, HD-DVD ou Blu-Ray Disc), podem exibir a melhor definição disponível em alta definição.
- Televisor ISDB-Tb Integrado - (conversor digital integrado) Independente de sua tecnologia (CRT, Plasma, LCD ou Projeção), é aquele que possui o conversor digital integrado. Isso significa que pode receber sinais de TV Digital no padrão ISDB-Tb (padrão de TV Digital adotado no Brasil), diretamente da antena, sem necessidade de outro equipamento para converter o sinal (conversor).
- Televisor SDTV - (Standard Definition TV) Possui definição nativa de 480 linhas horizontais. A maior parte dos televisores presentes no mercado pode reproduzir sinais com 480 linhas entrelaçadas (480i). Com a transmissão digital, a qualidade de imagem destes televisores será a mesma que eles apresentam quando conectados a um DVD. O conceito SDTV tem relação com a qualidade de imagem e não com o fato do produto ser digital ou analógico. Um produto SDTV pode ter um sintonizador digital.
- Transmissão terrestre - Através de ondas de radiofreqüência, os sinais analógicos ou digitais são transmitidos pelo ar a partir das antenas terrestres (diferentemente dos satélites, que ficam no espaço) e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção.
- TV a cabo - Sistema que distribui conteúdo audiovisual via cabos. É transmitido por uma operadora, que recebe este conteúdo, nacional ou internacional, e o distribui às casas que pagam mensalmente pelo serviço. Normalmente tem um número significativo de canais disponibilizados.
- TV aberta - Sistema que emite livremente conteúdo audiovisual, sem encargos e taxas para o telespectador. Para ter acesso a este conteúdo, basta que a TV esteja conectada à rede elétrica (tomada, gerador ou bateria) e situada dentro da área de cobertura de alguma emissora aberta.
- TV analógica – Transmissão (sinal aberto) - É o sinal de TV terrestre transmitido de forma analógica. É comum ocorrer perda de qualidade no processo de transmissão / recepção, ocasionando ruídos e interferências na imagem recebida.
- TV de projeção - Funciona como um projetor, porém, a imagem é gerada invertida e projetada na parte de trás da tela do televisor. Assim, vemos a imagem não mais invertida do outro lado. Nos projetores, uma luz muito forte passa por espelhos que a filtram em três cores. Estas se unem e são projetadas para formar a imagem.
- TV de tubo - (CRT) CRT é um acrônimo para a expressão inglesa cathode ray tube, que em português significa “tubo de raios catódicos”. Também conhecidos como Cinescópio. Dentro de sua TV existe um tubo onde encontramos duas placas: uma positiva e outra negativa. Quando a tensão entre as placas é muito alta, gera elétrons, e quando esses atingem a placa positiva, a diferença de energia gera um feixe de luz que atravessa o tubo e para na parte de trás do vidro da televisão, formando a imagem.
- TV ISDB-Tb Digital – Transmissão (sinal aberto) - Sinal de TV terrestre transmitido de forma digital. O grande benefício deste sistema é que não há perda de qualidade no processo de transmissão. Imagem e áudio permanecem 100% com a qualidade do sinal original, eliminando ruídos e interferências características do sistema analógico.
- TV LCD - Um feixe de luz passa por pequenas células que contêm cristal líquido (daí o nome Liquid Crystal Display) controlado por uma corrente elétrica. Assim são geradas as três cores básicas para a formação de imagens: vermelho, verde e azul.
- TV LED - O processo de transmissão das TVs de LED funciona praticamente como a de uma TV de LCD só que a tecnologia é um pouco diferente, ou seja, ao invés daquela luz branca no backlight, nas TVs de LED você tem um conjuntos de LEDs com as cores primárias (vermelho, azul e verde) e faz com que o trabalho de filtragem de luz do cristal líquido seja muito melhor realizado, conseguindo cores mais puras e com uma gama muito maior. Essa tecnologia também faz com que a luz seja exatamente igual durante todo seu tempo de uso e não ocorra perda de brilho ou alteração de cor, independentemente de ter uma luz acesa ou não. O painel também possibilita uma melhor regulagem na intensidade da luz. É a mais indicada para o sistema digital HDTV.
- TV Móvel - É a possibilidade de captar os sinais de TV em dispositivos em movimento: ônibus, trens, metrô, carros, barcos, etc.
- TV Plasma - No painel de plasma, encontramos pequeninas células que contêm uma mistura de gases. Quando uma corrente elétrica passa por essas células, excita os gases que passam para o estado plasma, gerando luz.
- TV Portátil - É a recepção em equipamentos portáteis, que podem ou não estar em movimento. Exemplo: televisores e computadores de mão equipados com receptor de TV ou telefones celulares equipados com chip receptor, nos quais o espectador pode assistir à programação deslocando-se ou não.
- TV Via Satélite - Com o avanço da tecnologia foi possível receber o sinal diretamente via satélite nos domicílios. Um satélite recebe a transmissão de outros satélites ou de uma central terrestre, e retransmite para as casas que possuem uma antena específica apontada para ele. É um serviço pago.
Pay-per-view (PPV)
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Ver artigo principal: Pay-per-view
[editar] HDTV
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Ver artigo principal: HDTV
Progresso da implementação da TV Digital
No Brasil
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Ver artigo principal: Televisão digital no Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o_digital
Postado por Maria Madalena de Souza
A Integração das Vivemos a transição do modo de comunicação massivo para o interativo. Um processo em curso de reconfiguração das comunicações humanas em toda sua amplitude. No universo tecnológico temos a emergência do dispositivo "conversacional". No ambiente da propaganda e marketing busca-se o diálogo entre produtor, produto e cliente. E na esfera social o novo espectador é menos passivo diante da mensagem fechada à sua intervenção e procura fugir do modelo de recepção clássica. A disposição interativa permite ao usuário ser ator e autor, fazendo da comunicação não apenas o trabalho da emissão, mas co-criação da própria mensagem e da comunicação. Permite a participação entendida como troca de ações, controle sobre acontecimentos e modificação de conteúdos. O usuário pode ouvir, ver, ler, gravar, voltar, ir adiante, selecionar, tratar e enviar qualquer tipo de mensagem para qualquer lugar. Em suma, a interatividade permite ultrapassar a condição de espectador passivo para a condição de sujeito operativo. Os games mais avançados permitem uma variedade de decisões que o jogador pode tomar ao longo da trama. Ele decide a experiência que quer ter, criando estratégias de ação em tempo real e imerso num enredo aberto à sua intervenção. No cinema digital, o público poderá sair da passividade e participar da história controlando personagens, desfechos e até criando a trilha sonora do filme. Outra novidade que vem por aí é a TV digital, a TV via Internet que permite ao usuário deixar a posição de espectador e passar a interagir diretamente com a programação. Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o fato é que em nosso tempo a interatividade é desafio não só para os gestores da velha mídia, mas para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece ultimato à lógica da distribuição em massa, própria também da fábrica e da escola. Esta última, em particular, visando atender a demanda moderna criada a partir do preceito iluminista de "educação para todos", tornou-se instituição de massa, dispensando ao conjunto da população a ser instruída um tratamento uniforme, garantido por um planejamento centralizado. Inquietação na TV e na educação A inquietação é visível entre empresários e programadores de TV quando os mais antenados anunciam que daqui a dez anos vai parecer absurdo ter um aparelho de TV em casa pelo qual não se possa enviar nada, apenas receber. Então investem no treinamento das equipes de profissionais que terão que se adaptar à linguagem digital. E, de imediato, procuram desenvolver alternativas interativas em seus programas para enfrentar a concorrência da Internet e atender o novo espectador. Eles percebem que um programa interativo na TV deve permitir que os telespectadores definam o rumo que ele toma, que a passividade da TV significa perda progressiva de audiência, e que o espectador tende a permanecer ligado ou conectado, se puder participar da programação. Tudo isso, traduzido em estratégias que articulam emissão e recepção, garante a "audiência" e prepara o casamento inevitável da TV com a Internet. Ocasião em que o indivíduo não dependerá mais do velho aparelho analógico de tela estática e intransponível. Ele poderá abrir janelas móveis e tridimensionais e adentrar à procura de mais informações e comunicação, quando estiver assistindo a um noticiário ou a uma partida de futebol. A inquietação dos empresários e programadores de TV diante da interatividade não encontra eco na escola e nos sistemas de ensino. É preciso despertar o interesse dos professores para uma nova comunicação com os alunos em sala de aula presencial e virtual. É preciso enfrentar o fato de que tanto a mídia de massa quanto a sala de aula estão diante do esgotamento do mesmo modelo comunicacional que separa emissão e recepção. Muitos educadores já perceberam que a educação autêntica não se faz sem a participação genuína do aluno, que a educação não se faz transmitindo conteúdos de A para B ou de A sobre B, mas na interação de A com B. No entanto, esta premissa ainda não mobilizou o professor diante da urgência de modificar o modelo comunicacional baseado no falar-ditar do mestre que se mantém inarredável na era digital. Na sala de aula presencial prevalece a baixa participação oral dos alunos e a insistência nas atividades solitárias. Na educação a distância, via TV, o perfil comunicacional da "telessala" ou da "teleaula" se mantém em grande parte centrado na lógica da distribuição, na transmissão massiva de informações ou "conhecimentos". E, via Internet, os sites educacionais continuam estáticos, subutilizando a tecnologia digital, ainda centrados na transmissão de dados, desprovidos de mecanismos de interatividade, de criação coletiva.Tecnologias na Educação
Vivemos a transição do modo de comunicação massivo para o interativo. Um processo em curso de reconfiguração das comunicações humanas em toda sua amplitude. No universo tecnológico temos a emergência do dispositivo "conversacional". No ambiente da propaganda e marketing busca-se o diálogo entre produtor, produto e cliente. E na esfera social o novo espectador é menos passivo diante da mensagem fechada à sua intervenção e procura fugir do modelo de recepção clássica.
A disposição interativa permite ao usuário ser ator e autor, fazendo da comunicação não apenas o trabalho da emissão, mas co-criação da própria mensagem e da comunicação. Permite a participação entendida como troca de ações, controle sobre acontecimentos e modificação de conteúdos. O usuário pode ouvir, ver, ler, gravar, voltar, ir adiante, selecionar, tratar e enviar qualquer tipo de mensagem para qualquer lugar. Em suma, a interatividade permite ultrapassar a condição de espectador passivo para a condição de sujeito operativo.
Os games mais avançados permitem uma variedade de decisões que o jogador pode tomar ao longo da trama. Ele decide a experiência que quer ter, criando estratégias de ação em tempo real e imerso num enredo aberto à sua intervenção. No cinema digital, o público poderá sair da passividade e participar da história controlando personagens, desfechos e até criando a trilha sonora do filme. Outra novidade que vem por aí é a TV digital, a TV via Internet que permite ao usuário deixar a posição de espectador e passar a interagir diretamente com a programação.
Postado por: Maria Marta Costa Rosa
A disposição interativa permite ao usuário ser ator e autor, fazendo da comunicação não apenas o trabalho da emissão, mas co-criação da própria mensagem e da comunicação. Permite a participação entendida como troca de ações, controle sobre acontecimentos e modificação de conteúdos. O usuário pode ouvir, ver, ler, gravar, voltar, ir adiante, selecionar, tratar e enviar qualquer tipo de mensagem para qualquer lugar. Em suma, a interatividade permite ultrapassar a condição de espectador passivo para a condição de sujeito operativo.
Os games mais avançados permitem uma variedade de decisões que o jogador pode tomar ao longo da trama. Ele decide a experiência que quer ter, criando estratégias de ação em tempo real e imerso num enredo aberto à sua intervenção. No cinema digital, o público poderá sair da passividade e participar da história controlando personagens, desfechos e até criando a trilha sonora do filme. Outra novidade que vem por aí é a TV digital, a TV via Internet que permite ao usuário deixar a posição de espectador e passar a interagir diretamente com a programação.
Postado por: Maria Marta Costa Rosa
A televisão na educação
Na proporção em que a quantidade de tempo que as crianças passam assistindo televisão aumenta, também aumenta a preocupação de como isto afeta a sua habilidade acadêmica. As crianças estão assistindo televisão em uma média de aproximadamente quatro horas por dia, e uma pesquisa extensiva está sendo feita para verificar os efeitos.
Entretanto, não há atualmente nenhuma evidência sugerindo que o fato de assistir televisão venha afetar o aprendizado na escola de uma maneira negativa. Em verdade, pesquisas recentes afirmam que existe uma correlação positiva em resultados acadêmicos em ver televisão 10 horas por semana.
A televisão pode ser uma ferramenta acadêmica útil, e tem sido usada em salas de aula com finalidades acadêmicas desde 1970. Os programas de televisão são usados para ajudar crianças em várias atividades, e são usadas em conjunto com outros materiais de ensinamento, para dar uma proximidade mais abrangente aos métodos de aprendizado. Isto tem provado ser eficiente uma vez que as crianças preferem aprender visualmente quando mais jovens. No passado apenas alguns programas eram voltados para esta finalidade. Entretanto, com a expansão das pesquisas visando a criança e a televisão e o aumento do interesse de entidades governamentais como U.S. Federal Trade Commission e o Federal Communications Commission, esta atitude tem mudado.
As pesquisas sobre os efeitos no comportamentos das crianças tem sido coletado desde a década de 1950. Entretanto, com a formação da Action for Children`s Television Society em 1970, as pesquisas têm sido mais extensivas, cobrindo uma maior variedade de áreas. A importância do conteúdo da televisão que a criança assiste criou uma comissão para cada canal de televisão para garantir que as emissoras de tv estejam satisfazendo sua responsabilidade publica. A pesquisa é avaliada contra a demanda do produto, assuntos atuais e educação, e voltados para terem a certeza de que todo material apresentado é de boa qualidade.
Como resultado, a televisão regularmente apresenta programas de natureza educacional. Estes programas podem ser facilmente encontrados em canais como National Geografic, Discovery e os canais de aprendizado. Também em estações de um modo geral ao redor do mundo. Foi o conhecido programa de televisão Sesame Street que foi ao ar em 1969 que mudou o método da televisão educacional para crianças. Mostrou que as crianças aprendem não somente por documentários informativos mas que eles também aprendem e desenvolvem abilidades por comportamentos positivos na televisão.
As pesquisas descobriram que a repetição é essencial para a educação de uma criança, e isto se aplica também para a televisão educativa. Afirma-se que o ato ver de novo é útil porque cria personagens reconhecidos e situações que ajudam as crianças a aprenderem sobre as causas e efeitos, na seqüência também melhorando o seu entendimento sobre as pessoas e o mundo ao seu redor. Os programas direcionados para crianças são repetidos até quatro vezes por ano para maximizar o potencial. Embora naturalmente, isto tem um custo envolvido.
Outra característica útil da televisão é que ela aborda assuntos questionáveis nas áreas de moralidade e ética. Por intermédio da televisão, as crianças ficam expostas a idéias e culturas diferentes, sem a ncessidade de vivenciar estas situações. A televisão também ajuda com assuntos que são de difícil abordagem como perdas e ameaças. Quando o assunto é discutido fora do ambiente da criança, então se torna mais fácil para eles discutir e deliberar sobre estes assuntos, particularmente se eles forem relevantes para suas próprias experiências. A televisão é um meio popular de escolha para abordar idéias desta natureza em salas de aula ao redor do mundo.
Um aspecto final a considerar é que a televisão estimula visualmente e é do interesse da criança. De modo que, ela pode ser usada para ajudar aprendizes relutantes por desenvolver interesse e livrar-se da pressão que acompanha as técnicas de aprendizado tradicionais.
A televisão é uma ferramenta educacional útil se usada corretamente e com moderação. A televisão pode ajudar com a aprendizagem acadêmica e também com o desenvolvimento social e emocional. Ainda que mais pesquisas sejam necessárias, é a atitude voltada para a televisão e o seu uso que cria um ambiente saudável no qual a criança pode aprender.
Webliografia
http://www.webartigos.com/articles/2998/1/A-Televisao-E-Educacao/pagina1.htmlEntretanto, não há atualmente nenhuma evidência sugerindo que o fato de assistir televisão venha afetar o aprendizado na escola de uma maneira negativa. Em verdade, pesquisas recentes afirmam que existe uma correlação positiva em resultados acadêmicos em ver televisão 10 horas por semana.
A televisão pode ser uma ferramenta acadêmica útil, e tem sido usada em salas de aula com finalidades acadêmicas desde 1970. Os programas de televisão são usados para ajudar crianças em várias atividades, e são usadas em conjunto com outros materiais de ensinamento, para dar uma proximidade mais abrangente aos métodos de aprendizado. Isto tem provado ser eficiente uma vez que as crianças preferem aprender visualmente quando mais jovens. No passado apenas alguns programas eram voltados para esta finalidade. Entretanto, com a expansão das pesquisas visando a criança e a televisão e o aumento do interesse de entidades governamentais como U.S. Federal Trade Commission e o Federal Communications Commission, esta atitude tem mudado.
As pesquisas sobre os efeitos no comportamentos das crianças tem sido coletado desde a década de 1950. Entretanto, com a formação da Action for Children`s Television Society em 1970, as pesquisas têm sido mais extensivas, cobrindo uma maior variedade de áreas. A importância do conteúdo da televisão que a criança assiste criou uma comissão para cada canal de televisão para garantir que as emissoras de tv estejam satisfazendo sua responsabilidade publica. A pesquisa é avaliada contra a demanda do produto, assuntos atuais e educação, e voltados para terem a certeza de que todo material apresentado é de boa qualidade.
Como resultado, a televisão regularmente apresenta programas de natureza educacional. Estes programas podem ser facilmente encontrados em canais como National Geografic, Discovery e os canais de aprendizado. Também em estações de um modo geral ao redor do mundo. Foi o conhecido programa de televisão Sesame Street que foi ao ar em 1969 que mudou o método da televisão educacional para crianças. Mostrou que as crianças aprendem não somente por documentários informativos mas que eles também aprendem e desenvolvem abilidades por comportamentos positivos na televisão.
As pesquisas descobriram que a repetição é essencial para a educação de uma criança, e isto se aplica também para a televisão educativa. Afirma-se que o ato ver de novo é útil porque cria personagens reconhecidos e situações que ajudam as crianças a aprenderem sobre as causas e efeitos, na seqüência também melhorando o seu entendimento sobre as pessoas e o mundo ao seu redor. Os programas direcionados para crianças são repetidos até quatro vezes por ano para maximizar o potencial. Embora naturalmente, isto tem um custo envolvido.
Outra característica útil da televisão é que ela aborda assuntos questionáveis nas áreas de moralidade e ética. Por intermédio da televisão, as crianças ficam expostas a idéias e culturas diferentes, sem a ncessidade de vivenciar estas situações. A televisão também ajuda com assuntos que são de difícil abordagem como perdas e ameaças. Quando o assunto é discutido fora do ambiente da criança, então se torna mais fácil para eles discutir e deliberar sobre estes assuntos, particularmente se eles forem relevantes para suas próprias experiências. A televisão é um meio popular de escolha para abordar idéias desta natureza em salas de aula ao redor do mundo.
Um aspecto final a considerar é que a televisão estimula visualmente e é do interesse da criança. De modo que, ela pode ser usada para ajudar aprendizes relutantes por desenvolver interesse e livrar-se da pressão que acompanha as técnicas de aprendizado tradicionais.
A televisão é uma ferramenta educacional útil se usada corretamente e com moderação. A televisão pode ajudar com a aprendizagem acadêmica e também com o desenvolvimento social e emocional. Ainda que mais pesquisas sejam necessárias, é a atitude voltada para a televisão e o seu uso que cria um ambiente saudável no qual a criança pode aprender.
Webliografia
Postado por Patrícia Jardim Silva Walgenbach
A tecnologia na sala de aula
Ultimamente, há muitos discursos sobre a importância de se utilizar recursos audiovisuais em sala de aula, pois os alunos estão em busca da internet, do vídeo-game, do DVD, dos jogos em rede quando estão de fora da mesma. Logo, as crianças e jovens estão habituados em um contexto em que a tecnologia computadorizada está em voga e o professor que não se adaptar, ficará para trás. A conseqüência disso pode ser uma sala desmotivada e indisciplinada.
Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas.
Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados?
Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo.
O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros.
O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Maria Aparecida
http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-tecnologia-sala-aula.htm
Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas.
Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados?
Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo.
O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros.
O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Maria Aparecida
http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-tecnologia-sala-aula.htm
TECNOLOGIA ASSISTIVA
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.
RECURSOS: Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
SERVIÇOS: São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas.
FONTE: http://www.assistiva.com.br
Postado por Rozaura Teodora de Rezende
RECURSOS: Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
SERVIÇOS: São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas.
FONTE: http://www.assistiva.com.br
Postado por Rozaura Teodora de Rezende
O rádio e a tv no conteúdo didático
AS INOVAÇÕES QUE O RÁDIO E A TV TROUXERAM PARA A PRÁTICA
PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO DO EDUCANDO
Luciene Cláudio da Silva (UFAL)
PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO DO EDUCANDO
Luciene Cláudio da Silva (UFAL)
Atualmente nossa clientela escolar fascina-se pelo novo, moderno e arrojado. A internet, com seus atributos, tem atraído um número estrondoso de usuários de toas as camadas sociais. Mas será que, ao falarmos em radio estaremos nos arremessando ao passado e ultrapassado veículo de comunicação? Evidentemente que não.
De acordo com pesquisa realizada, as grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife têm implantado em suas escolas projetos como: rádio-escola, rádio-educativa, nas ondas do rádio, dentre outros temas, mas, com o mesmo objetivo, de romper com o preconceito de que o rádio já teve sua fase de apreciação e hoje é apenas uma modalidade inerte da sociedade.
Quando a escola promove atividades que envolvem méis habitualmente usados pelos alunos, o diagnóstico é meio que já esperado, pois eles estarão transpassando apenas aquilo que rotineiramente fazem. Porém quando criamos a possibilidade do individuo conhecer mais a fundo algo que ele sabe que existe, no entanto, nunca se interessou em saber um pouco mais, o resultado é inesperado e supera todas as expectativas. Partindo do ponto de vista que as ondas do rádio transmitem informação, entretenimento, prestação de serviço social, entre outras vantagens, compreendemos o seu campo imensamente intenso a ser explorado pelo professor e concebido pelo aluno.
De acordo com pesquisa realizada, as grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife têm implantado em suas escolas projetos como: rádio-escola, rádio-educativa, nas ondas do rádio, dentre outros temas, mas, com o mesmo objetivo, de romper com o preconceito de que o rádio já teve sua fase de apreciação e hoje é apenas uma modalidade inerte da sociedade.
Quando a escola promove atividades que envolvem méis habitualmente usados pelos alunos, o diagnóstico é meio que já esperado, pois eles estarão transpassando apenas aquilo que rotineiramente fazem. Porém quando criamos a possibilidade do individuo conhecer mais a fundo algo que ele sabe que existe, no entanto, nunca se interessou em saber um pouco mais, o resultado é inesperado e supera todas as expectativas. Partindo do ponto de vista que as ondas do rádio transmitem informação, entretenimento, prestação de serviço social, entre outras vantagens, compreendemos o seu campo imensamente intenso a ser explorado pelo professor e concebido pelo aluno.
Webliografia
http://www.google.com.br/search?q=o+radio++e+a+tv+no+conteudo+didatico&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=com.ubuntu:en-US:unofficial&client=firefox-a
Postado por: Wisna A. S. Marinho
ATV e a Educação
A televisão e educação
Entretanto, não há atualmente nenhuma evidência sugerindo que o fato de assistir televisão venha afetar o aprendizado na escola de uma maneira negativa. Em verdade, pesquisas recentes afirmam que existe uma correlação positiva em resultados acadêmicos em ver televisão 10 horas por semana.
A televisão pode ser uma ferramenta acadêmica útil, e tem sido usada em salas de aula com finalidades acadêmicas desde 1970. Os programas de televisão são usados para ajudar crianças em várias atividades, e são usadas em conjunto com outros materiais de ensinamento, para dar uma proximidade mais abrangente aos métodos de aprendizado. Isto tem provado ser eficiente uma vez que as crianças preferem aprender visualmente quando mais jovens. No passado apenas alguns programas eram voltados para esta finalidade. Entretanto, com a expansão das pesquisas visando a criança e a televisão e o aumento do interesse de entidades governamentais como U.S. Federal Trade Commission e o Federal Communications Commission, esta atitude tem mudado.
As pesquisas sobre os efeitos no comportamentos das crianças tem sido coletado desde a década de 1950. Entretanto, com a formação da Action for Children`s Television Society em 1970, as pesquisas têm sido mais extensivas, cobrindo uma maior variedade de áreas. A importância do conteúdo da televisão que a criança assiste criou uma comissão para cada canal de televisão para garantir que as emissoras de tv estejam satisfazendo sua responsabilidade publica. A pesquisa é avaliada contra a demanda do produto, assuntos atuais e educação, e voltados para terem a certeza de que todo material apresentado é de boa qualidade.
Como resultado, a televisão regularmente apresenta programas de natureza educacional. Estes programas podem ser facilmente encontrados em canais como National Geografic, Discovery e os canais de aprendizado. Também em estações de um modo geral ao redor do mundo. Foi o conhecido programa de televisão Sesame Street que foi ao ar em 1969 que mudou o método da televisão educacional para crianças. Mostrou que as crianças aprendem não somente por documentários informativos mas que eles também aprendem e desenvolvem abilidades por comportamentos positivos na televisão.
As pesquisas descobriram que a repetição é essencial para a educação de uma criança, e isto se aplica também para a televisão educativa. Afirma-se que o ato ver de novo é útil porque cria personagens reconhecidos e situações que ajudam as crianças a aprenderem sobre as causas e efeitos, na seqüência também melhorando o seu entendimento sobre as pessoas e o mundo ao seu redor. Os programas direcionados para crianças são repetidos até quatro vezes por ano para maximizar o potencial. Embora naturalmente, isto tem um custo envolvido.
Outra característica útil da televisão é que ela aborda assuntos questionáveis nas áreas de moralidade e ética. Por intermédio da televisão, as crianças ficam expostas a idéias e culturas diferentes, sem a ncessidade de vivenciar estas situações. A televisão também ajuda com assuntos que são de difícil abordagem como perdas e ameaças. Quando o assunto é discutido fora do ambiente da criança, então se torna mais fácil para eles discutir e deliberar sobre estes assuntos, particularmente se eles forem relevantes para suas próprias experiências. A televisão é um meio popular de escolha para abordar idéias desta natureza em salas de aula ao redor do mundo.
Um aspecto final a considerar é que a televisão estimula visualmente e é do interesse da criança. De modo que, ela pode ser usada para ajudar aprendizes relutantes por desenvolver interesse e livrar-se da pressão que acompanha as técnicas de aprendizado tradicionais.
A televisão é uma ferramenta educacional útil se usada corretamente e com moderação. A televisão pode ajudar com a aprendizagem acadêmica e também com o desenvolvimento social e emocional. Ainda que mais pesquisas sejam necessárias, é a atitude voltada para a televisão e o seu uso que cria um ambiente saudável no qual a criança pode aprender.
Este artigo também pode ser acessado a partir da seção de artigos da página http://www.polomercantil.com.br/televisores.php
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
A Televisão E Educação publicado 7/12/2007 por Roberto Sedycias em http://www.webartigos.com
postado por Eurenes Aires
O uso dos blogs na educação
BLOGS E EDUCAÇÃO
Pensando enquanto educador, como esta ferramenta valiosa pode contribuir em nossa prática pedagógica diária?
Os blogs podem:
• Apresentar várias etapas de um projeto desenvolvido na escola, na sala, em grupos ou mesmo individual;
• Criação de um jornal on line;
• Divulgação de atividades ;
• Apoio à um eixo de trabalho(ou mesmo à uma disciplina)
• Preparar para encontros educacionais ente os profissionais, ou mesmo entre estudantes;
• Divulgação de produções dos alunos em diferentes áreas de conhecimento;
• Divulgar estudos realizados pelos alunos;
• Desenvolver a curiosidade tecnológica, incentivando o aluno a busca diferentes linguagens de programação ;
• Desenvolver habilidades e competências nas diferentes áreas de conhecimento, aplicando os conteúdos estabelecidos em currículo;
• Trabalhar com imagens criadas ou registradas pelos próprios alunos, ampliando suas habilidades cognitivas na área de criação.
• Elaborar tamplates que desenvolvem além de conhecimentos, técnicas e habilidades próprias, possibilitam utilizar-se da criatividade, da ética , e de muitos outros componentes da cidadania.
• Podem elaborar animações para postar no blog, como resultados de trabalhos.
• Trazer a discussão de valores e da moral, quando na postagem de comentários, observando os limites do respeito à produção do próximo;
• Ajudar a comunidade escolar com esclarecimentos e informações elaboradas pelos próprios alunos.
• Incentivar a criação de concursos entre os alunos de suas produções;
É importante lembrar que o blog não se restringe apenas à língua portuguesa ou mesmo à matemática.Ele funciona como um recurso para todos os eixos do conhecimento , já que o conhecimento na realidade busca uma apresentação menos fragmentada. Ele pode em alguns momentos conter mais informações sobre uma determinada área, mas não se fecha para qualquer outra em nenhum momento.
Além de tantas possibilidades educativas, os blogs aproximam as pessoas, as idéias, permitem reflexões, colocações troca de experiências, amplia a aula e a visão de mundo, e oferece a todos as produções realizadas.A melhor vantagem , é que é um recurso extremamente prazeroso a que o elabora e desenvolve!
Enquanto professor, não precisa utilizar a antiga caneta vermelha para sublinhar o que estava errado, mas este pode oferecer informações sobre o “erro” do aluno e os caminhos a serem percorridos para uma melhora , se necessária , em sua construção de conhecimento.Partindo do espaço “comentários” o professor interage com o aluno mais facilmente, instigando-o a pensar e resolver soluções.Este é um grande objetivo hoje, dentro de um currículo voltado para competências como nos coloca nossos Referenciais Nacionais de Educação.
Para finalizar, o professor não pode deixar de estabelecer objetivos e critérios ao utilizar este recurso, pois a utilização a esmo não enriquece as aulas, torna-se um tempo inutilizado para a construção e a troca de conhecimentos.Ele deve deixar claro o que espera do aluno e o que pretende com a proposta de trabalho.Assim a avaliação deve ser feita pelo professor e pelos alunos.
Bom trabalho!
“Não ensine aos meninos pela força e severidade, mas leve-os por aquilo que os diverte, para que possam descobrir a inclinação de suas mentes.” (Platão. A República, VII)
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
A Utilização Do Blog Na Educação publicado 1/08/2007 por Margarida Elisa Ehrhardt Ferreira em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/2017/1/A-Utilizaccedilatildeo-Do-Blog-Na-Educaccedilatildeo/pagina1.html#ixzz112Hoyylq
Pensando enquanto educador, como esta ferramenta valiosa pode contribuir em nossa prática pedagógica diária?
Os blogs podem:
• Apresentar várias etapas de um projeto desenvolvido na escola, na sala, em grupos ou mesmo individual;
• Criação de um jornal on line;
• Divulgação de atividades ;
• Apoio à um eixo de trabalho(ou mesmo à uma disciplina)
• Preparar para encontros educacionais ente os profissionais, ou mesmo entre estudantes;
• Divulgação de produções dos alunos em diferentes áreas de conhecimento;
• Divulgar estudos realizados pelos alunos;
• Desenvolver a curiosidade tecnológica, incentivando o aluno a busca diferentes linguagens de programação ;
• Desenvolver habilidades e competências nas diferentes áreas de conhecimento, aplicando os conteúdos estabelecidos em currículo;
• Trabalhar com imagens criadas ou registradas pelos próprios alunos, ampliando suas habilidades cognitivas na área de criação.
• Elaborar tamplates que desenvolvem além de conhecimentos, técnicas e habilidades próprias, possibilitam utilizar-se da criatividade, da ética , e de muitos outros componentes da cidadania.
• Podem elaborar animações para postar no blog, como resultados de trabalhos.
• Trazer a discussão de valores e da moral, quando na postagem de comentários, observando os limites do respeito à produção do próximo;
• Ajudar a comunidade escolar com esclarecimentos e informações elaboradas pelos próprios alunos.
• Incentivar a criação de concursos entre os alunos de suas produções;
É importante lembrar que o blog não se restringe apenas à língua portuguesa ou mesmo à matemática.Ele funciona como um recurso para todos os eixos do conhecimento , já que o conhecimento na realidade busca uma apresentação menos fragmentada. Ele pode em alguns momentos conter mais informações sobre uma determinada área, mas não se fecha para qualquer outra em nenhum momento.
Além de tantas possibilidades educativas, os blogs aproximam as pessoas, as idéias, permitem reflexões, colocações troca de experiências, amplia a aula e a visão de mundo, e oferece a todos as produções realizadas.A melhor vantagem , é que é um recurso extremamente prazeroso a que o elabora e desenvolve!
Enquanto professor, não precisa utilizar a antiga caneta vermelha para sublinhar o que estava errado, mas este pode oferecer informações sobre o “erro” do aluno e os caminhos a serem percorridos para uma melhora , se necessária , em sua construção de conhecimento.Partindo do espaço “comentários” o professor interage com o aluno mais facilmente, instigando-o a pensar e resolver soluções.Este é um grande objetivo hoje, dentro de um currículo voltado para competências como nos coloca nossos Referenciais Nacionais de Educação.
Para finalizar, o professor não pode deixar de estabelecer objetivos e critérios ao utilizar este recurso, pois a utilização a esmo não enriquece as aulas, torna-se um tempo inutilizado para a construção e a troca de conhecimentos.Ele deve deixar claro o que espera do aluno e o que pretende com a proposta de trabalho.Assim a avaliação deve ser feita pelo professor e pelos alunos.
Bom trabalho!
“Não ensine aos meninos pela força e severidade, mas leve-os por aquilo que os diverte, para que possam descobrir a inclinação de suas mentes.” (Platão. A República, VII)
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
A Utilização Do Blog Na Educação publicado 1/08/2007 por Margarida Elisa Ehrhardt Ferreira em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/2017/1/A-Utilizaccedilatildeo-Do-Blog-Na-Educaccedilatildeo/pagina1.html#ixzz112Hoyylq
Postado por: Elisângela Aparecida
O uso do orkut na educação -
O orkut é uma comunidade virtual afiliada ao Google, criada em 22 de janeiro de 2004 e, tem como objetivo ajudar seus membros/ usuários a criar novas amizades, manter relacionamentos e acessar comunidades em busca de novas informações e troca de experiências conforme o assunto de sua preferência.
O nome dado a esta comunidade virtual,, “ORKUT”, é originado no projetista chefe, Orkut Büyukkokten, engenheiro do Google. Tais sistemas, como esse adotado pelo projetista, também são chamados de rede social.
OBJETIVO
O objetivo principal do orkut é promover uma maior socialização entre as pessoas, contribuindo par a troca de informações e conhecimentos.
FORMAS DE UTILIZAÇÃO
Cada usuário do orkut possui uma conta e um perfil. Apenas pode criar uma conta aquele que é convidado por um usuário. No perfil estão algumas característica pessoais, como descrições físicas, listas de livros e músicas, um texto de apresentação, etc. Além disso, cada usuário pode colocar como seus “amigos” outros usuários. Neste aspecto, o orkut é um grande banco de dados sobre quem é amigo de quem, ou seja, sobre a rede de amizades.
Também existem no orkut comunidades, as quais são formadas por grupos de pessoas que dispõem de uma página exclusiva da comunidade para iniciar tópicos de discussão. Muitas pessoas apenas entram nas comunidades porque acham o nome ou a proposta atrativa, ou ainda porque a comunidade representa um aspecto de sua personalidade.
POSSÍVEIS ATIVIDADES DE UTILIZAÇÃO DO ORKUT EM ATIVIDADES ESCOLARES
- Criação de comunidades contendo conteúdos a serem discutidos pelos alunos em sala de aula, envolvendo temas transversais como: sexualidade, drogas, etc. Sendo que estas discussões devem ser mediadas pelo professor ( informação/ conhecimento);
- Debate em sala de aula sobre a diversidade de pessoas que utilizam o orkut, analisando os perfis aos quais os jovens e adolescentes se identificam.
ANÁLISE DO USO EDUCACIONAL DO ORKUT
O orkut oferece muitas formas de interação com diversas pessoas, estimulando assim o contato com a diversidade social, sendo que as pessoas que o utilizam são das mais variadas culturas e personalidades .
Uma possível limitação no uso do orkut em ambientes pedagógicos é que o mesmo não oferece assuntos de cunho científico e é apenas uma ambiente virtual, sendo que a escola precisa ter um ambiente informatizado e professores capacitados para o corrente uso deste em sala de aula.
As oportunidades encontradas em usar o orkut são voltadas ao estímulo dos alunos em fazer uma rede de amigos e se manter informado pelo assunto de seu interesse. A utilidade pedagógica é aliar conteúdo X interação, fazendo com que os alunos conheçam os diferentes ambientes/comunidades que são discutidos tais temas. A prática também se alia a informação a ser mediada e transformada em conhecimento.
Penso que para a educação, o orkut é mais uma proposta que pode tornar o processo ensino/ aprendizagem mais significativo e contribuir para a inclusão digital, sendo esta também mais uma forma, apesar de limitada, de integrar tecnologia e educação.webliografia
http://educaorkut.blogspot.com/2007/05/uso-educaional-do-orkut.html
Postado por: Alessandra M. Bastos
O nome dado a esta comunidade virtual,, “ORKUT”, é originado no projetista chefe, Orkut Büyukkokten, engenheiro do Google. Tais sistemas, como esse adotado pelo projetista, também são chamados de rede social.
OBJETIVO
O objetivo principal do orkut é promover uma maior socialização entre as pessoas, contribuindo par a troca de informações e conhecimentos.
FORMAS DE UTILIZAÇÃO
Cada usuário do orkut possui uma conta e um perfil. Apenas pode criar uma conta aquele que é convidado por um usuário. No perfil estão algumas característica pessoais, como descrições físicas, listas de livros e músicas, um texto de apresentação, etc. Além disso, cada usuário pode colocar como seus “amigos” outros usuários. Neste aspecto, o orkut é um grande banco de dados sobre quem é amigo de quem, ou seja, sobre a rede de amizades.
Também existem no orkut comunidades, as quais são formadas por grupos de pessoas que dispõem de uma página exclusiva da comunidade para iniciar tópicos de discussão. Muitas pessoas apenas entram nas comunidades porque acham o nome ou a proposta atrativa, ou ainda porque a comunidade representa um aspecto de sua personalidade.
POSSÍVEIS ATIVIDADES DE UTILIZAÇÃO DO ORKUT EM ATIVIDADES ESCOLARES
- Criação de comunidades contendo conteúdos a serem discutidos pelos alunos em sala de aula, envolvendo temas transversais como: sexualidade, drogas, etc. Sendo que estas discussões devem ser mediadas pelo professor ( informação/ conhecimento);
- Debate em sala de aula sobre a diversidade de pessoas que utilizam o orkut, analisando os perfis aos quais os jovens e adolescentes se identificam.
ANÁLISE DO USO EDUCACIONAL DO ORKUT
O orkut oferece muitas formas de interação com diversas pessoas, estimulando assim o contato com a diversidade social, sendo que as pessoas que o utilizam são das mais variadas culturas e personalidades .
Uma possível limitação no uso do orkut em ambientes pedagógicos é que o mesmo não oferece assuntos de cunho científico e é apenas uma ambiente virtual, sendo que a escola precisa ter um ambiente informatizado e professores capacitados para o corrente uso deste em sala de aula.
As oportunidades encontradas em usar o orkut são voltadas ao estímulo dos alunos em fazer uma rede de amigos e se manter informado pelo assunto de seu interesse. A utilidade pedagógica é aliar conteúdo X interação, fazendo com que os alunos conheçam os diferentes ambientes/comunidades que são discutidos tais temas. A prática também se alia a informação a ser mediada e transformada em conhecimento.
Penso que para a educação, o orkut é mais uma proposta que pode tornar o processo ensino/ aprendizagem mais significativo e contribuir para a inclusão digital, sendo esta também mais uma forma, apesar de limitada, de integrar tecnologia e educação.webliografia
http://educaorkut.blogspot.com/2007/05/uso-educaional-do-orkut.html
Postado por: Alessandra M. Bastos
O uso de tecnologias digitais em sala de aula
O papel das tecnologias digitais no contexto escolar
09 de novembro de 2006, 20:40Para os envolvidos em educação: é importante superar uma visão reducionista que entende as tecnologias digitais usadas pelos professores numa perspectiva meramente técnica.
Por Valéria Roque
Essa discussão volta-se para questões acerca da incorporação das tecnologias digitais às ações educativas formais e o papel do professor frente às atuais demandas trazidas por essas tecnologias.
Primeiramente é necessário destacar, como o faz Arruda (2004), que a partir da maior difusão de acesso à internet, em torno do ano de 1995, diversos pesquisadores começaram a associar esse tema às pesquisas educacionais. Esse autor, em consonância com Castells (2001), reconhece que tal difusão seja relativa, mostrando-se mais presentes junto às camadas A e B da população brasileira.
No entanto, destaca que ?a utilização de tecnologias educacionais no contexto escolar está inserida em uma realidade econômica mais ampla, marcada por um processo de reestruturação capitalista? (ARRUDA pg. 14, 2004), que gerou a organização de movimentos de mudanças pedagógicas, não apenas no Brasil, como também em outros países, como, Chile, Portugal e Espanha.
No curso desse movimento diversas modificações foram trazidas para nosso sistema educacional, em formatos distintos e diversos, que vão desde medidas avaliativas, como ao lançamento de Parâmetros Curriculares. Não é objetivo deste texto debater sobre essas transformações, mas sim reconhecer que, a preocupação em se incorporar as tecnologias digitais nos processos educacionais vêm associadas a elas.
Nesse fluxo as pesquisas educacionais conseguem identificar, junto às escolas públicas e privadas um movimento de ?informatização? desse espaço. Cabe também destacar que esse movimento tem por meta a difusão dos meios informatizados junto aos educandos. No entanto, tal processo deve ser analisado com cautela e um certo grau de relativização.
Relacionar as tecnologias digitais à educação exige o reconhecimento de dois pontos, considerados por mim e Arruda (2005) como fundamentais. Primeiro, as tecnologias digitais trazem possibilidades interativas para a educação as quais, aparentemente, ainda não foram, genericamente, incorporadas nas práticas docentes, independentemente à adoção, ou não, dessa nova linguagem.
Tais possibilidades interativas podem trazer para a docência novos encaminhamentos quanto ao processo de aquisição do conhecimento pelo aluno. Compreendo que a utilização das tecnologias digitais deva ser assumida como parte da cultura escolar. Embora seja notória a importância atribuída a essas novas tecnologias no âmbito escolar, uma vez que esta é por vezes utilizada como estratégia de marketing por escolas privadas, ainda é desconhecido o(s) modo(s) como essas tecnologias são apropriadas pelos professores.
Em segundo lugar, como indica Arruda (2004), existe um descompasso entre o domínio que o docente apresenta destas novas linguagens frente aos conhecimentos que seus alunos possuem.
Esse ponto registra-se como um complicador a mais para o docente que, além de necessitar possuir um conhecimento específico acerca das possibilidades postas pela disciplina escolar a qual leciona, deverá também ser capaz de identificar as tecnologias digitais como linguagem favorecedora para apreensão da realidade?
Como o docente fará esse último movimento sem apresentar, até mesmo, conhecimentos básicos na área da informática?
Destaco ainda que, conhecimentos básicos mostram-se insuficientes para a apreensão, pelo professor, das potencialidades das tecnologias digitais para o ensino. Promover a discussão sobre a incorporação e as implicações das tecnologias digitais nas escolas, em especial nas disciplinas escolares, significa assumir a idéia da constituição de ?sujeitos comunicacionais? pela instituição escolar.
Em pesquisa recentemente desenvolvida (1), tive a oportunidade de observar como os professores de escolas privadas de Belo Horizonte utilizam tecnologias digitais em sua prática pedagógica. Resultados parciais vêm indicando aos pesquisadores envolvidos que, embora a literatura conhecida aponte o caráter amplo dado ao desenvolvimento tecnológico ao longo da história humana, na escola ainda persiste uma interpretação muito mais ligada à questão técnica.
Os dados obtidos até o momento confirmam a perspectiva de Arruda (2004) a qual afirma que a, as tecnologias digitais são tratadas no âmbito escolar somente no seu aspecto de produção de técnicas e ferramentas, limitando a presença das tecnologias tão somente aos chamados ?recursos? didáticos, como quadro, giz, aparelhos, livros etc.
Deixa-se de observar aspectos muito mais amplos de introdução de tecnologias no ensino. Alava (2002) afirma-nos que no sentido mais amplo atribuído às tecnologias, o processo de ensino-aprendizagem acontece sempre mediado por alguma tecnologia, seja organizacional, simbólica ou ferramenta/recurso.
Na verdade, na sociedade contemporânea há uma estreita vinculação entre tecnologia e ?novidade?, principalmente porque na modernidade a tecnologia está ligada à produção (PAIVA, 1999). O modelo de produção atual é caracterizado pela grande diversidade de produtos e segmentação de mercado, o que leva as empresas a buscarem constantemente o desenvolvimento tecnológico visando a ?diferenciação? em um mercado amplamente competitivo.
Entretanto, a análise das práticas pedagógicas e de alguns softwares voltados para o ensino tem indicado um uso das tecnologias digitais bastante próximo àquele atribuído, por exemplo, ao livro didático. Nesse último caso o conteúdo presente no material didático é incorporado como fim da aprendizagem e não como meio.
As tecnologias digitais (softwares, internet) são tratadas como ?livros didáticos animados? ou simples material de pesquisa, similar ao que ocorre com revistas e jornais.
Essas características presentes na prática pedagógica revelam não apenas um desconhecimento acerca das possibilidades para as atividades educacionais, mas também (se não, sobretudo) uma concepção de ensino de distante das orientações recentes postas para educação brasileira a partir da década de 1990.
Uma outra forma de aprender
Alava (2002) (2) afirma que estas novas tecnologias dizem respeito, sobretudo aos educadores, no entanto são vistas como elementos técnicos que ?renovam? o ensino somente através da introdução do maquinário na escola.
No entanto as novas tecnologias da informação e comunicação oferecem novas possibilidades de aprender e devem deixar o estatuto de simples auxiliar (na aprendizagem) para tornar-se centro de uma outra forma de aprender, que afeta, em primeiro lugar a mudança dos modos de comunicação e dos modos de interação.
Finalizo afirmando a necessidade de pesquisas favoreçam a apreensão das possibilidades cognitivas postas por essa linguagem, a fim de superar um visão reducionista que percebe as tecnologias numa perspectiva meramente técnica.
Notas
(1) ALLAIN, L., ARRUDA, E. ROQUE ASCENÇÃO, V. Implicações das Novas Tecnologias na Prática Pedagógica de Professores de Ciências, Geografia e História das séries iniciais: um recorte pedagógico e comunicacional. Belo Horizonte, Universidade FUMEC, 2005.
(2) Autores como SANCHO (1998), LANDRY (2002), GREEN e BIGUN (1995), ARRUDA (2004), SILVA (2003), dentre outros também apresentam olhares mais amplos sobre as tecnologias e buscam desmistificar a idéia de que tecnologia está ligada sempre a algo recente.
Bibliografia
ALAVA, Séraphin & colaboradores. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Artmed, 2002
ARRUDA, Eucidio. Ciberprofessor: Novas Tecnologias, Ensino e Trabalho Docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2004
CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003.
GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: Unesp, 1991.
PAIVA, José Eustáquio Machado de. Um estudo acerca do conceito de tecnologia. In: Educação & Tecnologia. Belo Horizonte: Revista do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, v. 4 n. ½ jan/dez. 1999.
webliografia:
http://webinsider.uol.com.br/category/educacao-e-ensino
postado por Anna Karla Gomes de Souza
postado por Anna Karla Gomes de Souza
Tecnologia de Informação e Comunicação
Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem
Por Ana Carolina Athanásio - ana.carolina.santos@usp.br
Publicado em 9/fevereiro/2010 |
Editoria : Educação |
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A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. “Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina”, afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.(www.usp.br)
Imprimir | Vilma ALves de OLiveira
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Tecnologia de informação e comunicação
A necessidade de comunicação é algo que está presente na vida do ser humano desde os tempos mais remotos. Trocar informações, registrar fatos, expressar idéias e emoções são fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar.
Com o passar do tempo, o homem foi aperfeiçoando cada vez mais sua capacidade de se relacionar e conforme as necessidades foram surgindo, ele foi se adaptando a elas e com isso a comunicação foi evoluindo.
A comunicação promove grandes avanços. Graças à troca de mensagens e conseqüentemente a troca de experiência, grandes descobertas foram feitas. O que seria da história humana se não fossem os desenhos nas cavernas, os hieróglifos egípcios e o enorme acervo de informações que nos foi deixado através da escrita? Todos esses exemplos são formas de deixar mensagens, ou seja, passar adiante um conhecimento, uma experiência, um fato ou uma descoberta.
Hoje, o foco da Tecnologia da Informação mudou, tanto que o termo TI passou a ser utilizado como TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação. E dentro desse universo, novas idéias como colaboração e Gestão do Conhecimento poderão ser edificadas, porém, mais uma vez é importante enfatizar que nenhuma infra-estrutura por si só promoverá a colaboração entre as pessoas, essa atitude faz parte de uma cultura que deverá ser disseminada por toda a organização, é necessário uma grande mudança de paradigma.
Tecnologia da Informação e Comunicação - Carla Oliveira - Tecnologia
Escola e tecnologia uma parceria possível
Geração atual já nasceu sob influência da tecnologia e a encara com a maior naturalidade. Se é assim, como deve ser a escola ideal para atender aos anseios das "crianças digitais"? E como devem ser preparados os professores?
Partindo desta provocação, o educador australiano Greg Butler, diretor mundial de Estratégias, Soluções e Programas Educacionais da Microsoft, iniciou sua palestra no congresso de educação Educador 2005, realizado em São Paulo, em 19 de maio de 2005. Entre os 155 presentes, havia dezenas de coordenadores pedagógicos e professores.
Especializado em tecnologia na educação e um dos pioneiros na área de desenvolvimento profissional no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), Butler acredita que o modelo da escola atual, que não privilegia o saber anterior do aluno, é "pré-histórico".
"O aluno não é o mesmo de 30 anos atrás", argumenta. "Ele tem acesso a diferentes recursos tecnológicos em casa e um mundo de informações pela internet, e isso não pode ser ignorado".
www.microsoft.com
Helena Galdino Colégio Benedita Brita
OS RECURSOS DIGITAIS NO ENSINO
Os recursos digitais no ensino. As novas tecnologias da comunicação (especialmente a Internet) possibilitam novas formas organizativas de armazenamento da informação e, em consequência, de acesso e manipulação da mesma por parte de professores e alunos.
Aluna Divina
fonte:http://ictic.wordpress.com/2008/01/14/os-recursos-digitais-no-ensino/
Aluna Divina
fonte:http://ictic.wordpress.com/2008/01/14/os-recursos-digitais-no-ensino/
Recurso digitais na Educação
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula, sob orientação daprofessora Mary Julia Martins Dietzsch. “A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa”, ressalta a pesquisadora.http://www4.usp.br/index.php/educacao/18369-uso-de-meios-digitais-na-educacao-pode-melhorar-aprendizagem
Geralci
Geralci
Escola e tecnologia;uma parceria possível
Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: além de apoiar cadernos, lápis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sensível ao toque, com a CPU de um computador integrada. O que parece ficção já é realidade em escolas públicas do interior de São Paulo. O projeto Lap Tup-niquim, em desenvolvimento na cidade de Serrana, próxima a Ribeirão Preto, envolve um conceito novo dentro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC's) com fins educacionais. A carteira digital, uma tecnologia nacional patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), permite que o aluno escreva, acesse a internet, faça cálculos e desenhe. Hoje, a cidade de Serrana possui 160 carteiras digitais em escolas públicas.http://www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/23/educacao-e-tecnologia-parceria-revolucionaria
Carmelita
Carmelita
O USO DO BLOG NA EDUCAÇÃO
Criar um blog é muito fácil e rápido, não exige conhecimentos profundos de informática, nem instalação de programas para a publicação e atualização, além de ser possível encontrar na Web inúmeros serviços gratuitos que permitem a publicação dessa nova maneira de se publicar registros e compartilhar idéias.
Os recursos digitais no ensino
Os recursos digitais no ensino.
Janeiro 14, 2008 at 4:21 pm (Computador, Integração Curricular das Tic) (Computador, hipertexto, Materiais didácticos, recursos digitais.)
Gostariamos de partilhar esta pequena análise sobre recursos digitais segundo a perspectiva de Manuel Área Moreira.Manuel Área MOREIRA (2004), “Los médios de enseñança o materiales didáctivos. Conceptualización y tipo”. Los Médios y las Tecnologias en la Educación. Madrid.
Os recursos digitais no ensino. As novas tecnologias da comunicação (especialmente a Internet) possibilitam novas formas organizativas de armazenamento da informação e, em consequência, de acesso e manipulação da mesma por parte de professores e alunos.
http://ictic.wordpress.com/2008/01/14/os-recursos-digitais-no-ensino/
Ana
Tecnlogia na educação
Nem todas as tecnologias inventadas pelo homem são relevantes para a educação. Algumas apenas estendem sua força física, seus músculos. Outras apenas lhe permitem mover-se pelo espaço mais rapidamente e/ou com menor esforço. Nenhuma dessas tecnologias é altamente relevante para a educação. As tecnologias que amplificam os poderes sensoriais do homem, contudo, sem dúvida o são. O mesmo é verdade das tecnologias que estendem a sua capacidade de se comunicar com outras pessoas. Mas, acima de tudo, isto é verdade das tecnologias, disponíveis hoje, que aumentam os seus poderes intelectuais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação.
http://chaves.com.br/TEXTSELF/EDTECH/tecned2.htm VANILDA GONÇALVES BUENO
Tecnologia de Informação e comunicação
www.infoescola.com › Informática - Em cache - Similares
Aluna: Maria Perpétua
Tecnologia de Informação e Comunicação
Chamam-se de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) as tecnologias e métodos para comunicar surgidas no contexto da Revolução Informacional, "Revolução Telemática" ou Terceira Revolução Industrial, desenvolvidas gradativamente desde a segunda metade da década de 1970 e, principalmente, nos anos 1990. A imensa maioria delas se caracteriza por agilizar, horizontalizar e tornar menos palpável (fisicamente manipulável) o conteúdo da comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em redes (mediada ou não por computadores) para a captação, transmissão e distribuição das informações (texto, imagem estática, vídeo e som). Considera-se que o advento destas novas tecnologias (e a forma como foram utilizadas por governos, empresas, indivíduos e setores sociais) possibilitou o surgimento da "sociedade da informação". Alguns estudiosos já falam de sociedade do conhecimento para destacar o valor do capital humano na sociedade estruturada em redes telemáticas.
Curso: Introdução de Educação Digital
Aluna: Elnice Rodrigues Bitencourt Cardoso
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